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Morte no Nilo

Morte no Nilo é uma espécie de continuação de o Expresso do Oriente, nesta redescoberta das tramas escritas por Agatha Christie, este título escrito em 1937, chama a atenção por sua narrativa e pistas dadas para que nós possamos no máximo tentar acertar quem é o assassino!

Resposta esta que só pode ser dada por seu herói belga Hercule Poirot!

Mas voltando ao assunto que nós tratamos aqui, A Direção de Fotografia do Grego Cipriota Haris Zambarloukos, conhecido por outros títulos como: Mamma Mia!, Thor e Belfast.

Gosto muito da iluminação que acompanha a trama, que evolui com a história, aqui mais difícil, pois a trama do assassinato tem vários altos e baixo em relação a descoberta do assassino, então a iluminação tem aqui neste filme, 4 momentos eu diria:

a) Uma inicial em Preto e Branco, contando a origem do bigode do Poirot e um trauma amoroso;
b) A iluminação quente e esplendorosa do Nilo, uma luz quente, que envolve e tem tudo a ver com o clima de crime por amor, aonde toda a trama se desenrola, em torno do amor e todas as hsitórias que envolvem seus personagens;
c) A iluminação dos momentos tensos em que pistas e interrogatórios do Poirot são desenrolados
d) E por fim, a que mais gostei e penso ser genial, da cena final aonde nosso herói vai …mas ái tem de ver o filme! Não damos “spoilers”.

A iluminação entre as áreas externas e internas conversam bem com toda a trama, e ao mesmo tempo, mantém uma iluminação fabulosa como de filmes de ação, penso que o Haris Zambarloukos foi absolutamente feliz em suas decisões.

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